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É preciso paciência. Os animais estão por toda a parte, mas não necessariamente debaixo de nossos olhos. No vasto campo, em meio ao capim alto, algo balança de repente: é um grupo de porcos-do-mato ou veados campeiros. Talvez seja uma ema, a maior ave brasileira, que de tanto correr por aqui deu nome ao parque nacional. Com um pouco mais de sorte, pode ser também um tamanduá-bandeira, que encontra seu refúgio enquanto o cerrado brasileiro é tomado pelas plantações de soja.
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